O Plabot, desde o início da sua actividade, sempre pretendeu que os portugueses tivessem a liberdade de aceder a plataformas de jogos para adultos. Através de uma oferta íntegra e responsável, todos os jogadores devem poder jogar, de acordo com as suas capacidades financeiras, de uma forma segura e em ambiente confiável.

A Plabot, considera que é fundamental respeitar os direitos daqueles que participam em jogos de fortuna ou azar dentro dos limites razoáveis que todas as formas de entretenimento requerem.

Jogo Responsável

Ser responsável, em relação aos jogos de fortuna ou azar, significa saber se quer jogar, como jogar e quanto dinheiro gastar.

Algumas pessoas, que despendem demasiado tempo ou dinheiro nos jogos de azar, podem causar problemas sérios. Antes de jogar, será útil estar informado sobre os potenciais riscos envolvidos no jogo e sobre a forma de lidar com eles.

Caracteristicas do jogador Responsável

O jogador responsável sabe que o jogo pode ser uma experiência agradável, divertida e com pouco risco de causar danos a si próprio, à família ou aos amigos. Também conhece o conjunto de regras que permitem que assim seja.
O Jogador responsável sabe que, apesar de poder ter sorte de vez em quando, a longo prazo acabará por perder dinheiro. Ele sabe que é assim que os jogos funcionam. Para ele, uma pequena perda equivale ao custo de um bilhete de cinema ou de uma conta de restaurante.

  • Certifica-se que conhece todas as particularidades do jogo que irá jogar.
  • Joga para se divertir, não para ganhar dinheiro ou afastar problemas.
  • Decide com antecedência quanto tempo e dinheiro quer gastar.
  • Sabe que na extensão é pouco provável ganhar.
  • Não tenta perseguir ou recuperar as perdas.
  • Joga apenas o dinheiro disponível para o divertimento.
  • Nunca usa dinheiro destinado às despesas mensais, renda da casa ou alimentação.
  • Não pede dinheiro emprestado para jogar.
  • Não permite que o jogo afete as suas relações com a família e os amigos.

Formas de manter o jogo sob controlo

 

  • Decida antecipadamente com quanto dinheiro vai jogar.
  • Estabeleça um limite de tempo durante o qual vai jogar.
  • Jogue sabendo que é provável que perca mais frequentemente do que ganha – por isso, assegure-se de que está a jogar com dinheiro que não lhe faz falta.
  • Tome decisões com base em conhecimentos – saiba quais são as probabilidades.
  • Considere o jogo como uma diversão – não uma forma de ganhar dinheiro.
  • Se ganhar um grande prémio, alegre-se! Mas lembre-se que provavelmente não voltará a acontecer.
  • Não jogue quando estiver cansado, aborrecido ou ansioso.
  • Tome nota de quanto tempo e dinheiro está a gastar ao jogar.
  • Leve a sua família e amigos a sério. Se eles estiverem preocupados com o seu hábito de jogo, pode ser porque eles veem algo que você não vê.
  • Use apenas o seu próprio dinheiro para jogar. Não peça emprestado.
  • Compreenda que na maior parte dos jogos não controla o resultado do jogo – é aleatório.
  • Quando joga, faça intervalos – ande a pé, coma, vá à rua para apanhar ar e espairecer.
  • Mantenha a cabeça fria quando joga – limite o consumo de álcool.
  • Equilibre o jogo com outras atividades de lazer.
  • Jogue com alguém que não tenha um problema de jogo.
  • Não crie um problema maior – não tente recuperar o que perdeu.
  • Não leve consigo os seus cartões de crédito e de débito quando vai jogar.
  • Tome as suas próprias decisões sobre o jogo – não jogue porque outros querem que jogue.
  • Não use o jogo para evitar sentimentos ou situações negativas.
  • Fale com alguém em quem confia se está preocupado com o seu hábito de jogo.

AUTO-TESTE

 

Teste rápido desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para verificar se incorre no risco de ficar dependente do jogo:

1. Houve alguma vez, nos últimos 12 meses, em que as suas apostas ou o seu jogo interferiram com o seu trabalho ou com as suas responsabilidades na escola, no emprego ou em casa?

2. Houve alguma vez, nos últimos 12 meses, em que as suas apostas ou o seu jogo causaram repetidas discussões ou outros problemas graves com a sua família, amigos, vizinhos ou com colegas de trabalho?

3. Houve alguma vez, nos últimos 12 meses, em que tentou ocultar à sua família ou aos seus amigos o quanto tem jogado?

4. Já algumas vezes afirmou estar a ganhar quando na realidade estava a perder?

5. Nos últimos 12 meses, ocorreu-lhe alguma vez ter períodos em que passou demasiado tempo a pensar no jogo, quando na realidade deveria ter estado a pensar noutras coisas?

6. Nos últimos 12 meses, ocorreu-lhe alguma vez ter períodos em que passou demasiado tempo a planear as suas apostas ou a estudar as probabilidades das apostas, quando na realidade deveria estar a fazer outras coisas?

7. Com o passar do tempo, teve de aumentar as quantias que ia apostando ou jogando, de forma a manter o jogo emocionante para si?

8. Houve alguma altura, nos últimos 12 meses, em que as apostas ou o jogo serviam para si como uma forma de sair do mau humor ou para melhorar o seu humor?

9. Nos últimos 12 meses, ocorreu-lhe alguma vez ter jogado ou apostado frequentemente para escapar ou parar de pensar em problemas pessoais?

10. Nos últimos 12 meses, após ter perdido dinheiro no jogo, deu-se frequentemente o caso de ter voltado a jogar no dia seguinte, para tentar recuperar o dinheiro que perdeu?

11. Nos últimos 12 meses e num momento em que tinha uma grande dívida de jogo, ocorreu-lhe apostar cada vez mais na esperança de recuperar as suas perdas?

12. Nos últimos 12 meses, alguma vez tentou adquirir dinheiro para o jogo passando cheques sem provisão, roubando ou fazendo alguma coisa que fosse considerada ilegal?

13. Nos últimos 12 meses, tentou por repetidas vezes pedir dinheiro emprestado à sua família ou aos seus amigos para sustentar os seus hábitos jogo ou para pagar as dívidas de apostas?

14. Ocorreu-lhe nos últimos 12 meses ter frequentemente um desejo tão forte de jogar e de apostar ao qual não conseguisse resistir ou que o impedisse de pensar noutra coisa?

15. Nos últimos 12 meses, ocorreu-lhe alguma vez ter apostado, mesmo sabendo que tinha prometido a si mesmo que não o faria, ou então apostar muito mais ou durante um período mais extenso do que aquele que inicialmente pretendia?

16. Não apenas nos últimos 12 meses, mas ao longo de toda a sua vida, quantas vezes já tentou seriamente reduzir as vezes que joga ou quantas vezes tentou seriamente parar de jogar (nunca; 1; 2; 3; 4; 5; várias vezes)?

Se respondeu afirmativamente à questão anterior (16):

17. A tentativa de reduzir as apostas ou parar de apostar fê-lo sentir-se agitado e irritável?

18. Desde que tentou pela primeira vez reduzir as suas apostas ou parar de jogar, qual foi o período de tempo mais longo que passou sem jogo (anos – meses – dias)?

Quantas mais respostas afirmativas, maiores serão os seus problemas de jogo.

Informação e Ajuda em Portugal

O problema do jogo não se limita à perda de dinheiro – tem a ver também com a forma como pode afetar toda a vida da pessoa.

Informação:
www.jogoresponsavel.pt

Grupos de inter-ajuda:
http://www.janonimos.org/

Lembre-se: O jogo a dinheiro é considerado como diversão quando existe controlo e prazer no ato em si; porém, já não é considerado como tal quando implica sofrimento, descontrolo e, consequentemente, a perda da liberdade de decisão.